Redação: Rafael Guimarães Pereira | Revisão: Vânia Cristina Pereira Cabral
A pergunta desta semana do nosso Empresograma é a número 007: "Na condição de organização social, sua empresa submete a própria continuidade a princípios de sustentabilidade social, cultural, ecológica, ambiental, territorial, econômica e política (nacional e internacional)?"
Essa pergunta expande nossa visão sobre o próprio negócio. No dia a dia, uma empresa tradicional busca gera resultados para seus stakeholders. Já o ESG pode ser visto, por algumas empresas, como uma forma de ganhar visibilidade ou de se qualificar como fornecedora de empresas maiores e com maior governança.
Há empresas que vão valorizar mais uma ou outra dimensão por motivos diferentes: pode haver um alinhamento genuíno com os valores de seus fundadores ou da alta administração, mas também pode existir um interesse secundário nos resultados que a empresa pode obter ao conquistar maior visibilidade diante dos próprios consumidores.
Sustentabilidade, porém, não deveria ser apenas uma estratégia para gerar reputação ou atender a requisitos de mercado. Ela precisa estar incorporada à continuidade da organização. Vale a sinceridade e a transparência para ir ao encontro do que é o melhor para todos.
Imagine uma empresa nova, que ainda não tem sua cultura consolidada e está estruturando os processos mais elementares, e uma outra empresa, centenária, resiliente e provada no tempo. O grau de maturidade dos empreendedores, gestores e da própria organização importa bastante nessa reflexão.
Nesta pergunta, temos uma visão mais ampliada do que o ESG, porque se considera o Paradigma Consciencial, um dos pilares do próprio Empresograma.
A pergunta está dentro da Continuismologia da empresa, mas se conecta, por exemplo, com as bioenergias. Cabe então perguntar: como o equilíbrio e a homeostase dos gestores influenciam essa sustentabilidade social, cultural e das demais dimensões da empresa?
Será que o colaborador ou fornecedor, ao sair da empresa, está saindo melhor do que entrou? É um ambiente de aprendizado, de troca sincera? É, de fato, uma escola da vida? E você — já trabalhou em uma empresa em que esses valores são vivenciados de verdade, em que as pessoas encontram um ambiente evolutivo?
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